Capitão: “Criminoso que atira em policial para matar merece tomar tiro para morrer”

Uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro, ocorrida na manhã da quinta-feira (06), causou grande repercussão entre os veículos de imprensa e órgãos de direitos humanos, dado o número de mortos em decorrência do confronto com os policiais altamente treinados.

No total, 25 pessoas morreram, incluindo um policial e 24 suspeitos, sendo que 18 deles que já foram identificados já tinham antecedentes criminais, segundo uma nota emitida pela Polícia Civil nesta sexta-feira (07). Outras dez pessoas foram presas, além de armas, granadas, uma munição de míssil, drogas e até plantação de maconha.

Devido ao número de mortos, esta operação já está sendo considerada a mais letal da história do Rio de Janeiro. Apesar das críticas, figuras como o capitão Derrite, que além de deputado federal é oficial da ROTA e do Corpo de Bombeiros, o motivo é de comemoração.

“Parabéns aos policiais civis do RJ. Criminoso que atira em policial para matar merece tomar tiro para morrer”, afirmou o militar em sua rede social. Quem também saiu em defesa dos policiais foi o vice-presidente da República e general do Exército, Hamilton Mourão, lembrando a gravidade do combate ao crime organizado no estado carioca.

“Tudo bandido. Entra um policial numa operação normal e leva um tiro na cabeça em cima de uma laje. Lamentavelmente essas quadrilhas do narcotráfico são verdadeiras narcoguerrilhas, têm controle sobre determinadas áreas”, declarou o vice-presidente nesta sexta.

O general frisou que o crime organizado no RJ envolvendo o tráfico de drogas se assemelha a grupos terroristas, com grande poder de fogo e estratégia de combate de guerrilha.

“É um problema da cidade do Rio de Janeiro que já levou várias vezes as Forças Armadas a serem chamadas para intervir, é um problema sério do Rio de Janeiro que nós vamos ter que resolver um dia ou outro”, destacou. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o arsenal que teria sido apreendido pela Civil, assista: